Arte
Os frescos e os ícones antigos russos, os retratos magníficos, as telas formosas, os paisagens sem igual, e a arte moderna exposta em todos os museus e galerias de Moscou introduzem artistas desde o século XI até agora.


PINTURA ANTIGA RUSSA

GALERIA NACIONAL DE ARTE TRETIAKÓV
MUSEU DAS BELAS ARTES PÚCHKINE

Pintura Antiga Russa
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Moscou é o centro das pinturas monumentais antigas russas (frescos) e também das pinturas de cavalete (ícones). O segundo terço do século XIV associa-se geralmente com o nascimento da escola moscovita da pintura de ícone. Foi nesso tempo quando as características distintivos dos mestres moscovitas fizeram-se claras. A sua pintura era duma maneira suave e filosófica, completamente diferente do protótipo bizantino ou do protótipo das escolas de Kíyev ou Nóvgorod. No final do século XIV uma plêiade de pintores moscovitas de ícone entrou em cena. Entre este grupo de artistas foram Prókhor de Gorodéts, Daniel o Preto e o renomado Andréi Rublióv. As obras posteriores de Rublióv fizeram-se o padrão oficial para várias gerações de artistas. Tais artistas incluíram Dionício e o seu filho Feodósio, e no século XVIII Simóne Uchakóv e Jósef Vladímirov. Os últimos dois artistas fizeram-se bem conhecidos pela sua capacidade de reunir junto a pintura espiritual e secular, mais do que todos os outros artistas antes deles.

Uma amostra original e impressionante de pinturas antigas russas tem-se preservado nas catedrais do Kremlin. A catedral da Assunção contem muitos belos ícones antigos de Dionício e de outros artistas dos séculos XII - XVII.

A catedral da Anunciação contem ícones de A. Rublióv, Prókhor, Teófano o Grego. A galeria de arte Tretiakóv possui uma coleção mais grande de ícones em Moscou. As obras de A. Rublióv representam-se bem aqui: a famosa “Trinidade” e “o Salvador de Zvenigoród”. Encontram-se aqui os ícones bem conhecidos “a Nossa Senhora de Vladímir” (o décimo segundo século) e “a Anunciação de Ustiújskoye” (o décimo segundo século). Esta coleção inclui obras de Dionício, de Simóne Uchakóv e frescos das igrejas demolidas.

Um outro museu está situado no local do mosteiro antigo Salvador-Andrónik onde viveu Andréi Rublióv. Ele contem 3 000 obras da arte antiga russa que datam desde o décimo quarto até o décimo sétimo séculos.

Você pode ver muitos frescos e conjuntos de ícone dos séculos XV-XVIII em muitas igrejas de Moscou. Nos damos aqui a lista das mais importantes: “a Igreja de Santa Trinidade em Nikítniki” (ruela Nikítniki, estação de metro “Kitáigórod”) cont bonito frescos do décimo sétimo século, ícone S. Uchakóv e o seus discípulos, e fragmentos de fresco das igrejas demolidas de Moscou; a catedral do mosteiro Srétenski (rua Bolsháia Lubiánka, estação de metro “Kuznétski most”) contem um conjunto de fresco de 1707, igreja de S. João o Guerreiro (rua Bolcháia Yakimánka, estação de metro “Oktiábrskaya”) contem ícone do final do século XVII da igreja da Ressurreição em Kadáchi, mosteiro novo do Salvador (a praça “Krestiánskaya zastáva”, estação de metro “Proletárskaya”).

Exemplos excelentes das pinturas icónicas têm-se preservado também na igreja “do profeta Eliyah Ob?denni” (ruela Obydenski, estação de metro “Kropótkinskaya”), a igreja da Aparição da Virgem (estação do metro”Ríjskaya”), a igreja da Ressurreição no Uspénski Vrájek (rua Nejdánov, estação de metro “Okhótny Riad”), a catedral de Ressurreição em Sokólhniki (estação de metro “Sokólhniki”), a igreja de S. Nicolas em Khamóvniki (Komsomólhski prospéct, estação de metro “Park Kultúry”), o mosteiro Danílov (estação de metro “Chábolovskaya”).

As coleções mais significativas de ícones encontram-se no mosteiro de Sergio da S. Trindade (Serguéyev Possád), no museu do mosteiro Novo de Jerusalém (cidade de Istra), e nos museus destas cidades: Zvenigoród, Dmítrov, Volokolámsk, Kolómna e Serpúkhov.


Galeria de Arte Tretiakóv     TOP
MAIS INFORMAÇÃO

A galeria nacional de arte Tretiakóv, o orgulho de Moscou, é o mais grande museu famoso em todo o mundo em quanto a arte pre-revolucionária russa e multinacional soviética. A coleção goza de muita popularidade e é bem conhecida no estrangeiro.

A origem da galeria está relacionada com o nome do colecionador moscovito de arte, mecenas excepcional russo Pável Tretiakóv (1823-1898). Depois de ter herdado uma grande fortuna, Tretiakóv gastou-a para comprar pinturas. Ele começou a colecioná-las em 1856. Tretiakóv tornou-se interessado na arte nacional russa sob a influência dos ideais dos intelectuais democráticos russos. O seu objetivo principal foi o desenvolvimento da cultura nacional baseado no realismo para o sistema educativo e a educação moral da gente. No seu testamento, escrito em 1860, Tretiakóv esboçou o objetivo das suas atividades: a criação em Moscou dum museu da arte para o povo. “Eu gostaria de criar acima uma galeria nacional de arte e de legá-la à cidade de Moscou. Eu adoro realmente a pintura e só suspiro o estabelecimento dum museu público acessível que seja útil para muita gente e que leve a alegria a todos.”

A base da coleção de Tretiakóv é composta das pinturas que refletem não somente o aspecto poético da vida russa mas também as suas contradições contemporâneas.

Tretiakóv freqüenta estúdios e exposições e compra tudo o que lhe pareça valer a pena de comprar, procura incansavelmente antiguedades em coleções privadas e lojas de antiguedades. Ele considera o seu dever civil de criar um museu de retrato dos escritores russos, músicos, compositores, atores, cientistas. Ele encomenda estes retratos aos principais pintores russos tais como Peróv, Kramskói, Répine e alguns outros. Ele coleciona as obras de “peredvíjniki” (membros da sociedade que participam de exposições de arte). Unidas sob um telhado elas demonstram o caráter original e a potência artística da tradição artística nacional russa.

Tretiakóv era um dos primeiros entre os coletores de arte apreciar um ícone como um monumento notável da arte russa. Ele colecionou mais de 50 ícones de de primeira classe das escolas de Nóvgorod, Moscou e Pskov da pintura de ícone que remontam aos séculos XV-XVI. Em 1872 a coleção de Tretiakóv contem mais de 500 pinturas e ele começa a construir as primeiras salas do futuro museu juntado-as com a casa onde vivia a sua família. Em 1881 o acesso foi gratuito para ver a coleção. Até então mais de 8000 visitantes tinham visitado a sua galeria e em 1898 a cifra tinha atingido cerca de 100 000. Em 1892 Pável Tretiakóv tomou uma decisão de doar a sua coleção e a do seu irmão Serguéi à cidade de Moscou. O seu presente incluou mais de 1200 pinturas e 500 desenhos. Desde então o museu chamava-se “galeria de Pável e Serguéi Tretiakóv da cidade de Moscou”. Pável Tretyakóv era o seu mecenas até a sua morte no 4 (16) de dezembro 1898.

Depois da morte de Pável Tretyakóv a galeria foi dirigida pelo conselho chefiado pelo governador da cidade de Moscou. Em 1905 Ivã Ostrúkhov foi nomeado mecenas, e no mesmo ano foi reconstruida a fachada ao estilo russo pelo pintor Vasnetsóv, em 1913 Grabár fez-se mecenas. Após 1917 a galeria adquiriu muitas coleções nacionalizadas, a coleção do museu de Rumiántsev que continha coleções e presentes de muitas famílias dos nobres e comerciantes, artigos confiscados das propriedades, obras expostas do Museu de ícones e pinturas.

A partir dos anos 1920 o museu começou a adquirir obras da arte multinacional soviética. A galeria nacional de arte Tretakóv é um museu que reflete o desenvolvimento da arte russa desde o século XI até agora. O museu continha mais de 45 000 obras expostas agora.

Os nomes e as imagens da galeria Tretiakóv permanecem em nossas mentes na infância e acompanham-nos toda a vida. Isso é o ícone “o Virgem de Vladímir”, “a Santa Trindade” de Andréi Rublióv, imagens poéticas das mulheres russas - Lopúkhina, Diakova, Struískaya – pintadas por Borovikóvski, Levítski, Rokotov, pinturas de Venetsiánov e Tropínine, Kiprénski e Brullóv, paisagem de Vassíliev e Chíchkine, Levitán e Savrássov, “a Manhã da execução de strelhtsí (tropas rebeldes)” e “Ménchikov em Beriósovo” de Surikov, “Cristo no Deserto” e “a Mulher Desconhecida” de Kramskói, “Princessa Cisne” de Vrúbelh e “uma Menina com Pêssegos” de Seróv, “a Quietude e Serenidade” de Nésterov e muitos outros …

No novo local da Galeria de Arte Tretyakóv em Krymskiy Val fica uma exposição única da arte russa do século XX: desde a vanguarda dos anos 1910 até as obras creadas nos anos 1980-90. Passear pelas salas de exposição parece-se com o viagem. Um panorama espetacular, contraditório, a vezes dramático e mesmo trágico do século passado revela-se ante o visitante. No começo do século tinha uma esperança que algo novo e extraordinário tivesse que acontecer. O verdadeiro símbolo da época encontrou a sua expressão na pintura “o Bahno do Cavalo Vermelho” Os contemporâneos perceberam isso como uma encarnação das mudanças que deviam acontecer.

No limiar do novo mundo desconhecido, a arte esforzava-se por encontrar um novo linguagem artístico e novo meio expressivo. Na pintura russa dos anos 1910, havia um espaço para o cubismo e futurismo, o neoprimitivismo e o simbolismo tardio, o neoimpressionismo e neoclassicismo junto com as primeiras tentativas de crear a arte não figurativa. A abstração era um momento decisivo no desenvolvimento da arte. As salas de exposição da galería apresentam obras dos pioneiros da tendência.

Vasiliy Kandínskiy, o creador da pintura expressionista abstrata, sonhava com um impacto inaudito da arte sobre a vida da sociedade. Ele comparava as cores saturados intensivos dos seus composições com os sons, e a pintura mesma com “os sons de uma orquestra imensa”.

Kazimír Malévich: o seu suprematismo rompeu irrevogávelmente todos os vínculos associativos entre a pintura e o mundo real. Na exposição há uma legendária “Praça Preta”. O autor mesmo chamou isso “um ícone da nova era”.

Pável Filónov era um dos artistas russos mais ilustres da primeira metade do século XX. Nas suas pinturas o mundo despedaça em fragmentos de cores diferentes e depois se sintetiza de novo em imágens complicadas que têm o significado simbólico.

Marc Chagall, já nas suas primeiras obras, consegue transformar mágicamente a rotina da vida diária da província em uma realidade poética e fantasmagórica.

“A revolução” na pintura revelou-se ser o precursor da revolução política. Em 1917 muitos pensavam que as suas esperanças se tornaram realidade e o novo mundo tinha nascido. A vida artística nunca era tã florescente como nos primeiros dez anos do poder soviético. Posições opostas colidiram; debates acalorados não paravam. Todos queriam despertar o espíritu da época e acelerar a chegada da nova vida. Não foi inesperado que mais tarde o período desde meados dos anos 1910 até meados dos anos 1920 foi chamado “a grande utopia”.

No começo dos anos 30 o florescimiento acabou. Até meados dos anos 50 um só método oficialmente reconhecido era o assim chamado realismo socialista. Hoje as obras creadas durante este período consideram-se mais como arquivos documentais que proezas artísticas. A espantosa acusação de “formalismo” teve um impacto trágico na vida de alguns artistas e fez outros enganar os seus ideais artísticos.

O breve período do assim chamado “degelo” (a final dos anos 50 – no começo dos anos 60) era de importância crucial na vida espiritual do país. Neste período houve uma expansão lenta e gradual, mas irrevogável dos límites quanto à liberdade artística.

As obras expostas repartem-se nos dois grupos distintos que permiten ver a tendência alternativa, a arte underground que está ganhando ímpeto paralelo à arte oficial. Esta nova tendência foi chamada mais tarde “uma outra arte” ou “a segunda vanguarda russa”.

Nos anos 70, e em particular, nos anos 80, os artistas conseguiram atravessar a cortina de ferro e se esforçaram por integrar a arte russa no processo artístico a nível mundial. As tradições nacionais do postmodernismo, do conceptualismo, da arte social, da ação etc estabeleceram-se neste período. As mudanças dramáticas na vidapública e política do país eliminaram o problema de censura ideológica.

A arte russa entra no século XXI depois de ter ganhado o dereito da expressão das próprias ideias e contínuas procuras por algo novo.


Museu das Belas Artes Púchkine     TOP

O museu das belas artes abriu as suas portas em Moscou no 31 de maio 1912. A criação do museu foi um acontecimento notável para a Rússia porque não tinha tido algo semelhante antes. O museu novo acumulou as tradições democráticas do século russo das Luzes e a experiência da cultura européia.

A idéia de criar um museu extrangeiro da arte em Moscou remonta-se ao meio do século XVIII. Originou-se entre a intelectualidade russa; o arquiteto Bajénov, professores da universidade de Moscou Pogódine e Chev?rev, a musa de Púchkine, Zinaída Volkhónskaya, sonhavam com tal museu. Mas isso tornou-se possível somente quando os irmãos Tretiakóv tinham doado a sua galeria à cidade de Moscou ao final do século XIX. Este acontecimento estimulou uma campanha pela coleção das doações para a construção do primeiro museu de Moscou da arte clássica extrangeira.

O professor da universidade de Moscou Ivã Tsvetáyev foi a alma desta empresa nobre. O povo russo lhe está grato a ele pelo seu trabalho desinteressado. O arquiteto Román Klein e o mecenas principal Yúriy Netcháyev-Máltsev trabalhavam junto com Tsvetáyev e merecem também nossa admiração e agradecimento.

A coleção original do museu constava das moldes de gesso das salas de estudo das belas artes e antigüedades da universidade de Moscou. Mandaram-se do estrangeiro para o museu uma grande coleção architetônico e escultural de moldes de gesso (os pórticos dos templos gregos, os portais das catedrais medievais, relevos do altar de Pérgamo, “as Portas do Paraíso” de Ghiberti, as estátuas equestres de Donatello e Verocchio, “David” de Michelángelo, Venus de Milo, Nico voante). “Nenhun visitante não se esquecerá do canto do Partenão e o pórtico dos cariátides”, escreveu Tsvetáyev. A coleção de raridades antigas egípcias colecionado pelo egiptólogo russo professor Goleníschev, que se pode comparar com as melhores coleções existentes, se tornou a melhor parte do museu. Graças a ele o museu possui 6000 objetos originais da arte antiga egípcia: papiros, estelas, relevos, estátuas, objetos do artesanato decorativo, retratos de Fayum.

Em 1909 Tsvetáyev aceitou a doação de ícones italiano-grego e de pinturas de Protorenascimento do cônsul russo Schékine em Trieste. Entre eles foi “a Crucifixão” de Sénia di Bonaventura, um ícone raro italiano que se fez a decoração da sala dos séculos XIII-XV da arte italiana agora.

Esta doação foi a primeira; a galeria de pintura no museu foi fundada somente 12 anos mais tarde. As pinturas do antigo museu Rumiántsev e as obras primas das coleções privadas de Moscou constituiam a base da galeria de pintura. Museus de Moscou devem a sua resplandecência e variedade às famílias de comerciantes Chúkine, Tretiakóv, e Morósov. A coleção de Chúkine tornou-se uma melhor contribuição aos tesouros do museu. “Não há outra coleção arranjada de modo tão entendido e meticuloso”, escreveram os seus comtemporâneos sobre a coleção. “Paisagem de inverno com os patinadores” de Avercamp, “o Cálice de Madrepérola com Frutas” de Kalf, “a Lição de Música” de Ter Borch, paisagens de Guardi e Rober, pinturas de Cranach decoram as salas do museu.

A coleção de pinturas francesas do século XIX provêm das coleções de Serguéi Tretiakóv, um irmão menor de Pável Tretiakóv, e Bótkine. As paisagens de Millet, Daubigny, Corot, Bastien do “o Amor no Campo” pertenceram-lhes.

Algumas pinturas vieram das propriedades no campo perto de Moscou, a saber, Ostáfievo, onde um número de gerações da família de Viázemski tem-se acumulado uma coleção interessante de pinturas e desenhos: “a Paisagem Montanhoso”, desenhos do pintor romântico Friedrich e outros mestres alemães que se encontram raramente em nossos museus.

O orgulho do museu é a coleção de impressionistas e post-impressionistas representados pelas pinturas de todos os artistas principais destes movimentos. Os colecionadores moscovitas de arte começaram a adquirir estas pinturas antes que os impressionistas e post-impressionistas começassem a gozar da fama européia; eles demonstraram o jeito artístico surpreendente e o sentimento de contemporaneidade. As coleções de Serguéi Chúkine e Ivã Morósov, os colecionadores de arte mais cohnecidos, formam base da nova parte da coleção do museu. Todas as pinturas famosas deste período provêm da sua coleção: “Almoço na Relva”, “Rocha” de Claude Monet, “a Nua” de Auguste Renoir, Vincent Van Gogh e Gauguin, Henri Matisse e Pablo Picasso, Paul Cezanne, Maurice Denis, “o Mar Mediterrâneo” de Pierre Bonnard, estátuas de bronze de Mayol e esculturas “um Beijo” e “Primavera Eterna” de Rodin. A escultura “Eva” de Auguste Rodin, pasteis de Edgar Degas e “o Retrato da Actriz Jeanne Samary” de Renoir foram comprados por Morósov.

Um dos seus comtemporâneos escreveu que estas coleções “jactam-se da fina flor da escola européia mais avançada de pintura”.

O Moscou pre-revolucionário possuiu as coleções mais ricas de arte que se remontam à segunda metade do século XIX – e ao começo do século XX, mas não teve obras anteriores. As obras de arte colecionadas no Hermitage e nas mansões de Petersburgo da nobreza refletiram a tendência geral européia da arte do século XVIII - começo do séculos XIX e das coleções constituiam enormes coleções. Muitas obras de arte que tinham aparecido na Rússia ao meio do século XVIII adquiridas pela Catarina II deslocaram-se do aterro do Palácio de S. Petersburgo à rua Volkhónka em Moscou.

Entre eles são duas obras de Rembrandt: o primeiro mestre é representado por “Incredulidade de S. Tomas” e o último Rembrandt por “Assuero, Haman e Ester”, “a Morte de Virgínia” de Simon Vouet, várias belas pinturas da coleção parisiana de Crozat – “O retrato do Cardinal Pallavichini” de Sebastiano del Piombo que foi influenciado por Rafael (a pintura foi na coleção de Van Dyck) e “David com a Cabeça de Golias” de Domenico Fetti que uma vez pertençiam ao rei inglês Charles I Stuart. “Minerva” de Veronese, “Rinaldo e Armida” de Poussin são notáveis pelo seu esquema de cor, “Bacanais” de Rubens que merece a atenção e “Apoteose do visitante da Duquesa Isabella “, lona enorme de Jacob Jordaens, “Sátiro que visita a casa dum camponês”, três retratos de Van Dyck notável pela sua penetração profunda no mundo interno dos caráteres - todas estas telas vieram do Hermitage.

Pinturas de Snyders, um mestre típico flamengo da natureza morta, são as pérolas do museu. O mesmo é verdadeiro de Canaletto “os Esponsais do Doge veneziano às paisagens adriático do mar “, do Pannini e do Bellotto e aos townscapes melancólicas de Guardi. As coleções de Stróganovs, de Yussúpovs e de Chuválovs de S.Petersburgo contribuíram um número de pinturas bem-conhecidas ao museu. O nome do Stróganovs tem sido associado muito tempo com a vida artística russa. “Madonna e a Criança” de Perugino, Botticelli “a Anunciação”, Bronzino “a Santa Família”, disciple Boltraffio de Vinci do da de Leonardo com seu “ St. Sebastian “ de sua coleção têm tesouros tornados do museu. As pinturas francesas dos séculos XVII-XVIII das coleções de Yussupovs e de Shuvalovs enriqueceram extremamente o museu. O publicist russian Gertsen em seu livro “ os reminiscences sobre o passado “ escreveu que Yussúpov blessed com um flair artístico... “ Entre suas 150 telas do mention especial são as pinturas de Chardin, Fragonard, Greuze, David, Bouchet, Claude Lorrain “ a manhã “ e “ a noite “, enorme retrato equestre de Yussúpov por Antoine-Jean Gros, pinturas de Hubert Robert, um pintor paisagista do favorito dos colecionadores russos de arte.

O museu moscovita das Belas Artes é o resultado dum desenvolvimento quase de duzentos anos do século de Luz russo. Suas coroas da criação os esforços titânicos dum número de gerações dos cientistas, colecionadores, mecenas, entusiastas que acreditaram no impacto grande da arte nos pensamentos e nas almas humanas.

O museu submeteu-se a mudanças numerosas desde a sua fundação. Suas coleções aumentaram 50 vezes sobre agradecimentos às doações de colecionadores contemporary da arte e de compras regulares. O museu preserva com cuidado a atmosfera dum templo de artes. Como uma entidade viva ele procura novas possibilidades de familiarizar visores com os muscovites da arte e os convidados convidando de Moscou às exposições, às discussões da mesa redonda e aos concertos da música clássica.



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